bannerAntiguidades.gif (4900 bytes)

bannerMinhaVoTinha.gif (4504 bytes)

bannerBRazilAntiques.gif (5981 bytes)

Informações

Coleções

Shopping
space.gif (77 bytes)
TRANSLATE TO ENGLISH
space.gif (77 bytes)
HOME

COLECIONADORES:  SUAS COLEÇÕES E NOTÍCIAS

CURIOSIDADES E VELHARIAS

CATÁLOGO COM IMAGENS E TABELA SEM IMAGENS

VITRINE DE OBJETOS E FEIRA DE DOMINGO

PESQUISA NO CATÁLOGO

FORMULÁRIO PARA COMPRAR

ENCOMENDAS E BUSCAS

ANÚNCIOS CLASSIFICADOS

 SOLICITAR BOLETIM INFORMATIVO

FALE CONOSCO

 LIVROS DE VISITAS

 NOSSA EMPRESA

COMERCIAL: PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO

NOTÍCIAS

Artigo publicado a 3 anos atrás no Estadão

Sexta-feira, 12 de junho de 1998

Clube reúne aficionados por latinhas

Chapter Brasil tem colecionadores que procuram peças ao redor do mundo

MAURÍCIO MORAES

Com uma paixão sem limites pelas suas "preciosidades", os maiores colecionadores de latas de cerveja do País reúnem-se no clube Brasil Chapter. Criada há quatro anos, a associação conta com 300 membros das mais diversas idades e classes sociais.

Embora os que estejam no topo do ranking sejam empresários, gerentes de grandes indústrias e comerciantes, o clube tenta ampliar o quadro de filiados. "Nossa missão tem sido a de tornar esse o hobby mais popular do Brasil", afirma o presidente, Carlos Gurgel. Para isso são promovidos encontros mensais, com compra ou troca de latinhas entre os sócios.

Como o Brasil Chapter não tem um endereço fixo, as choperias acabam funcionando como sede itinerante do clube. Atualmente, os encontros têm ocorrido na Joan Sehn. O contato entre os filiados é feito por meio de um jornal mensal, que traz informações sobre as coleções e uma seção de classificados.

A diretoria do clube é composta pelos mais antigos e experientes colecionadores. "Tenho 5 mil latas apenas para trocas", comenta Sérgio Lopes, vice-presidente do Brasil Chapter.

Raridades - Os recordistas, como Lopes, valem-se das mais variadas fórmulas para conseguir exemplares raros. Viagens ao redor do mundo, lances em leilão feitos por fax ou via Internet e troca de correspondência com colecionadores de outros países estão entre as maneiras mais usadas para renovar a coleção.

Às vezes, um pouco de sorte também ajuda. Lopes, que é colecionador há 13 anos, descobriu por acaso que possuía um exemplar muito raro. Um amigo que o visitava pediu para dar uma olhada nas latinhas. Em meio a um grande número de peças, o amigo encontrou uma produzida em Benin, na África. "Existem só três pessoas no Brasil que têm um exemplar fabricado naquele país", ressalta Lopes.

Krueger - Já o presidente do clube, Carlos Gurgel, começou com o hobby em 1978 e a intenção era acumular o maior número possível de exemplares diferentes. A coleção cresceu muito e as peças "espalharam-se" por todos os cantos da sua casa. "Até o porta-malas do meu carro servia de depósito", lembra ele. Há cinco anos, Gurgel optou pela especialização e resolveu dedicar-se à Krueger, a primeira cerveja envasada em latas no mundo.

O fabricante fechou as portas da fábrica em 1961 e a marca também foi extinta nesse ano. De 1935, quando surgiu a primeira latinha, até os anos 60, foram produzidos cerca de 160 exemplares distintos. O número foi fundamental na decisão do presidente do clube. "Passei a trocar as 15 mil que juntei por aquelas produzidas pela Krueger." Hoje, Gurgel tem quase todas as latas da marca, incluindo a primeira fabricada.

"A raridade faz com que elas sejam um investimento", afirma. Os preços sobem de 15% a 20% ao ano em dólar. Algumas latinhas chegam a valer US$ 1 mil. De acordo com o colecionador, a mais antiga de todas não tem preço. Para consegui-la, ele teve de passar dois anos juntando exemplares produzidos na época da 2 Guerra Mundial. Todas as peças foram trocadas pela raridade com um texano.

Benin - Alguns colecionadores, no entanto, "lutam" para conseguir exemplares e não têm o mesmo êxito. O comerciante Cláudio Nogueira está há quatro anos no Guinness como o brasileiro com o maior número de latas no País e na América do Sul. São cerca de 34 mil. No entanto, uma das que ele mais deseja fica exposta no bar Lo Spuntino, no Jabaquara. "É uma peça de Benin, só que eles não aceitam vender nem trocar, porque parece haver uma disputa judicial em torno dela", lamenta.

Todos os colecionadores dão uma grande importância à modalidade "um país, uma lata" e buscam ter ao menos um exemplar de cada nação diferente. Daí a campanha de Nogueira pela latinha de Benin. Também são importantes as peças de países já extintos - como a Checoslováquia - e locais peculiares, como o Alasca e a Groenlândia.

Um dos campeões brasileiros nesse ramo é o corretor Cid Gonçalves. De 180 países ou lugares que produzem ou já produziram latas, ele tem 167 peças. Além das cores e do design, um dos principais atrativos é o aspecto cultural. "Tenho uma lata que foi produzida em 1946, quando a Alemanha foi ocupada e dividida", afirma Gonçalves. "No corpo da lata está impresso 'zona americana'."

Relacionamento - Há casos em que o hobby "salvou" relacionamentos familiares. O diretor-executivo Hugo Garcia Costa trabalha em São Paulo, mas a sua mulher e os filhos moram no Rio. Há cinco anos, ele não conseguia manter um diálogo com o filho. "Trocávamos algumas palavras e ele logo ia para o quarto ver televisão", comenta.

Um dia, o jovem pediu ao pai que comprasse uma lata de cerveja para um amigo colecionador. A história repetiu-se e pai e filho tornaram-se colecionadores. "A aproximação ocorreu porque descobrimos um interesse comum", diz Costa.

 

FEIRA DE ANTIGÜIDADES DO RECIFE ANTIGO COM NOVO HORÁRIO

FEIRA DE ANTIGÜIDADES DE PELOTAS/RS EM NOVO LOCAL

GRÉCIA RECUPERA: PEÇAS ROUBADAS

EXPOSIÇÃO: MICROFONES RAROS

ADESIVOS DE EMISSORAS DE RÁDIOS

ARQUITETURA DAS CIDADES COLONIAIS BRASILEIRAS

RESTAURADOR DE SONS: A ALEGRIA DOS AUDIÓFILOS

 

space.gif (77 bytes) space.gif (77 bytes)
Atualizado em 06/07/02
space.gif (77 bytes) Copyright (c) Saint Augustine Desenvolvimento MPSoft

ANTIGÜIDADES

MINHA VÓ TINHA

BRAZIL ANTIQUES

Informações

Coleções

Shopping